Reflexões sobre a Depressão


Neste momento, convido o leitor a voltar seu olhar para a depressão como uma característica humana. Reconheço a existência daquilo que chamam de doença depressiva, mas não gosto de falar “depressão patológica”, pois de alguma forma estou lidando com características humanas que por algum motivo estão exacerbadas, assumindo esse caráter nocivo. Há ainda o detalhe de que a depressão em algumas instâncias e sociedades foi valorizada, em outras, não.

Hoje ela é considerada a doença do século e recebe um olhar diferenciado. Na Antigüidade, era chamada Bile Negra, por Heráclito. Em outros tempos foi considerada pela mística “possessão de espíritos” e há até os relatos de homens que se mostravam atraídos pela “característica melancolia feminina” (pois as moças eram melancólicas, tristes, cabisbaixas). A melancolia chegou a ser vista como moda na Idade Média, no reinado de Felipe V, na França. O fato é que a depressão sempre existiu e nunca passou despercebida. A diferença é que de alguns anos para cá, finalmente, ela tem sido mais estudada a partir de sua caracterização como uma “doença mental”. Há hoje uma preocupação maior não somente com a caracterização dos sintomas, mas com busca de suas causas.

É meu intuito ressaltar primeiro a depressão como algo essencialmente humano e perfeitamente compreensível. Em alguns momentos, os sintomas estão ligados a outros distúrbios físicos e não necessariamente ao quadro que chamam de depressão (por exemplo: problemas de tireóide, alcoolismo, problemas de estômago e problemas respiratórios muitas vezes são associados à depressão). Há também a observação de associações do quadro depressivo a problemas cardíacos. Mas em geral, o que definimos como depressão é um momento de baixa, um retrocesso.

Quero destacar que a depressão é um luto – e por isso, todos passamos por ela em maior ou menor grau. E nas circunstâncias de luto ela é ao mesmo tempo é algo necessário. É a mola propulsora para melhor se desenvolver alguma coisa.

Vale lembrar ainda que nós vemos as depressões e as interpretamos na natureza e em tudo que se relaciona com a vida humana. Vemos a depressão na história, na economia, na cultura. Então, percebe-se que a depressão é algo humano que retrata períodos. Uma percepção desses períodos.

Há quem diga que o depressivo é alguém que parece “perder” percepção das “cores da realidade”. Mas ele deixa de ver as maravilhas da cor, que, pela física, não “existe” – na física a cor é apenas uma refração da luz. O depressivo tem a visão monocromática (e imagens monocromáticas são freqüentemente associadas à depressão: o tempo chuvoso, nublado, por exemplo), mas isso não quer dizer que ele não veja a realidade.

Reparem que quando estamos apaixonados vemos tudo colorido. Não é fácil reconhecer, mas quando isso acontece, entramos num processo de negação da realidade. Paramos de ver o outro como ele é, e o vemos como queremos que ele seja. O colorido é um estigma a mais que dou ao objeto ou ao outro, mas que na realidade não existe. É um resultado de um processo dos meus olhos sobre ele.

O depressivo perde a confiança e as esperanças, e, por isso, ele percebe o outro e a realidade como são de fato.

Sabemos que a depressão é freqüentemente descrita como um processo de baixa. Porém, não é possível falar de depressão como doença sem vinculá-la ao processo do existir, já que sob um ponto de vista é o luto presente em nossos momentos de tristeza.

Para Fernando Savater, a depressão é uma doença unicamente moral. Eu não a desqualifico como algo psíquico, mas a vejo gerada pela moral. Então, por exemplo, todas as crises que temos pensando se somos normais ou não, eu não considero como questões psíquicas, mas como questões geradas pela moral.

Entrando na idéia de busca de sentido para a vida, se sabemos que se vive para a morte, há sempre a possibilidade da invenção – talvez daí a busca das religiões. Percebemos que um animal vive sem sentido, ou seja, vive por viver, a caminho da morte e não estranhamos isso. Mas o animal não tem o que temer, porque não tem a consciência. Nós temos consciência e isso nos atormenta, talvez a ponto de criarmos as religiões e tantas outras coisas. Se eu não inventar minha vida não vou tê-la. Quando a pessoa tem a permissão para viver, não há depressão – é como no Gênesis, quando Deus dá a Adão o sopro de vida, ou seja, concede-lhe a permissão para existir, estar no mundo. O problema está, então, no fato de colocarmos na mão do outro a responsabilidade sobre a nossa existência.

Fomos educados de uma forma na qual o sentido da vida não nos pertence. O depressivo é alguém que percebe que até as nossas escolhas não têm sentido. Ele não se engana. Sabe que nascemos para a morte. Não fomos educados para “inventar a vida”, não fomos convidados a isso. Entrando na questão do normal, os artistas podem fazer o que quiserem: casar, descasar, se drogar… a sociedade até espera isso deles, entendendo-os como “outros”, fora da família, ou de determinados grupos. Mas dentro de uma família essa escolha, geralmente, não é aceita.

Nosso contexto favorece esse quadro de percepção da realidade. Com o advento da modernidade, com as guerras, a perda dos dogmas, do sentido divino e a pós-modernidade, perderam-se as referências – perdemos, inclusive, a idéia de Deus. Tudo foi dissolvido e precisa ser reinventado.

No entanto, a cobrança moral continua existindo e algumas referências continuam não permitidas, como a Lilit. A mulher pode ser “livre”, mas não pode ser Lilit, tem que ser de alguma forma submissa, e tem que respeitar o outro – geralmente, o masculino. Não pode ser Judite, que usa o corpo, usa a sedução e reage.

Como é difícil perceber que tudo que nos acontece, de bom ou ruim, é responsabilidade nossa, apesar de não termos controle sobre tudo. As fatalidades acontecem, a natureza pode levar tudo… Nada é definitivo. A não permanência do bem estar é um fato. Além disso, atingir um objetivo também gera um ponto estanque, ou a morte de algo em nós, gera, enfim, uma nova falta de sentido.

A depressão vem do fato de percebemos que temos a vocação para Deus, mas nunca seremos um – e uma reação pertinente ao nos depararmos com a impotência diante da morte e da fatalidade.

Reconheço que a depressão é uma característica humana que, quando fora de controle, é preocupante. Por outro lado, ela está presente entre os artistas, entre os empreendedores, poetas… entre todos que de alguma maneira optam por interagir com o mundo e transformá-lo a partir dessa percepção da realidade. E se suas obras nos espantam ou comovem é justamente porque, de alguma maneira, em nosso íntimo, reconhecemos esse “estado” de depressão como algo pertencente também ao nosso processo de existir.

Vencendo a Depressão.

A depressão é uma doença e como tal deve ser tratada. Normalmente, o comportamento que impede o combate à depressão, é não percebê-la como uma doença grave, restritiva, que contém conteúdos genéticos, alterações bioquímicas e comportamentos sobretudo psicológicos.

Dado a complexidade dos motivos que colaboram no seu desenvolvimento, deve-se ter em conta que os tratamentos serão longos e muitas vezes árduos, por profissionais competentes.

Um conjunto de ações devem ser tomadas, tais como, consultas a psiquiatras, psicólogos, acupunturistas e profissionais de outros tratamentos alternativos. Infelizmente ainda existem muitos preconceitos sobre estes profissionais e medicações, permitindo que o sofrimento vivido seja “perpetuado” por muitos anos, às vezes por uma vida toda.

Em meu trabalho, tenho percebido o valor e a coragem dos pacientes depressivos. A carga que enfrentam é enorme e são verdadeiros atos de heroísmos a busca de soluções e clarificações para os problemas. Reconheço este imenso esforço e dedico o meu trabalho no alcance rápido de alívios a muito não experimentado. Para tanto, além de desenvolver um tratamento psicoterápico, tenho me utilizado de técnicas regressivas para o resgate da significação do sofrimento e de superação de traumas. Quando necessário, recomendo a consulta de psiquiatras e outros profissionais. Esta conduta tem proporcionado sucesso nos tratamentos que mostram-se eficazes e com a maior brevidade de tempo possível.

As soluções encontram-se no próprio indivíduos e no meio em que está inserido. É gratificante  obter o resgate de uma vida que está impedida de existir.

Léo Baroni

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16 comentários sobre “Reflexões sobre a Depressão

  1. vazio existencial o medo nos domina não permite atirar-se naquilo que somos tornamo-nos escravos dos proprios artificios que criamos conhecer a alma e seu vazio se torna impossivel para nós porque sempre se esquivamos do que realmente somos A FELICIDADE ESTA NO ANIMAL QUE SOMOS E NÃO NOS CONCEITOS E ARTIFICIOS QUE CRIAMOS PORQUE O ANIMAL APENAS PRECISA. FELIZ D,AQUELE QUE SABE RECONHECER O ANIMAL QUE É E SABE CONDUZI-LO.É TODO AQUELE QUE É CONDUZIDO PELO ANIMAL ENIVITAVELMENTE TORNA-SE INFELIZ SERÃO AS PAIXÕES QUE O QUE O CONDUZIRA.

  2. legal……. gostei
    e vc? é depressivo?
    como defendes isso e consegues nao o ser?
    ou estas a dizer coisas pra agrdar ao ouvido dos q precisam de salvação
    tipo, um Jesus moderno

  3. Por assim dizer, navegando na internet há procura de uma antiga Dra.Psicóloga, que me acompanhou à 17 anos atrás, eis que me deparei com esta página, onde por um acaso li um texto de um familiar.
    E foi então que navegando, que me chamou atenção este texto acima “Reflexões sobre a Depressão”…!!!
    Em uma lenta leitura, com lágrimas escorrendo em minha face, me indaguei: sou, estou, ficarei, sofro e não sei, estou louca como todas dizem e ainda não acordei…?
    Me sinto tão forte, firme, objetiva…e derrepente vem uma avalanche e me desmorona.
    Então me vem à tona lembranças de infância, problemas com pai e mãe…olho para minha filha de 17 anos e vejo toda aquela turbulência que no passado me causará tanto mal.
    Não que minha amada filha seja um problema, ou eu esteja enchergando nela o problema…mais minha relação com ela, vejo eu e minha mãe no passado…e já não consigo ter uma relação saudavel com ela, há cada bronca, castigo…minha mãe (avó da minha filha) está sempre presente, opnando, minhas irmãs (tias da minha filha), sempre me questionando o que devo ou não dizer ou fazer quanto a educação da minha filha.
    Constrangedor, pois ainda me sinto com 16 anos (grávida) e controlada, estas pessoas na minha vida hoje se tornaram “sombras”…
    Para tentar me libertar destes fantasmas que me assombram, já não mais mantenho contato com minha mãe e uma de minhas irmãs.
    Mas infelismente estou perdendo o convivio da minha filha, que hoje resolveu que não mais deseja estar do meu lado, irá morar com a avó.
    Tento manter-me calma, serena, mas minha dor saltar dos meus olhos, minha voz tremula, soa no desespero ocultar minha aparente emoção…então engulo o choro, mudo de assunto…mais não posso ficar só, pois a noite é longa e não mais me conforta, ela me tortura, como agulhas perfurando minha pele.
    Mais eu não posso cair, ainda tenho minha pequena de 7 anos, que não merece sentir minha dor…!
    Eu só queria ser a mãe que eu não tive…amiga, confidente, companheira…mais sinto que estou falhando, não encontro o caminho certo, estou perdida em torno de mil sentimentos dolorosos, num labirinto de dúvidas…sobre o que devo fazer…!!!

  4. Dr Léo eu gostaria de saber se a ansiedade tem cura, pois eu ja fiz alguns exames de sangue eletrocardiograma e meus exame não deram nada a não ser o trigliceres alto.
    mas eu sinto uma especie de tontura as vezes ,mas estar que me deixa aguniada como se fosse adormecer a perna ou o barço,começo suar frio ,algumas vezes durante o dia minhas noite as vezes consigo dormir logo as vezes durmoe acordo com sensaçoes como se fosse desmaiar.me tipo um refriamento perto do pescoço eu fico pensando que vou morrer ,são sensaçoes horriveis ,eu sei que tenho que fazer alguma coisa fui no medico e ele disse que era crise de panico outro falou que era ansiedade eu não quero tomar remedio porque tenho medo de ficar dependente ou dopada por medicação pois eu tenho quatro filhos a Bia de 8 anos ,joão de 5 anos gilia de 2 anos e pietra de 8 meses.
    eu não posso tomar um remedio para dormir e so acordar no outro dia ou então ficar meia lesada pois tenho que cuidar das crianças .mas tambem não consigo viver com esses mal estar quero me sentir como uma pessoa normal são raros os dias que passo o dia bem ate porque so mee sinto melhor na companhia de outras pessoas ou guando estou com meu marido .guando estou so com as crianças fico achando que posso passar mal e sinto medo.preciso da sua ajuda dr e sera que isso é mesmo ansiedade ou pode ser alguma outra coisa ?

    1. Débora, boa noite.
      Sim, a ansiedade tem tratamentos eficazes, porém necessita dedicação e persistência.
      Seria interessante se você reconsiderasse e se submetesse em tomar os medicamentos prescritos pelo seu médico, pois rapidamente poderia sentir melhora em todo o quadro que apresenta. É importante notar que estes medos que sente em relação à medicação são provenientes da própria ansiedade que deve combater. Porém, como alternativas, você pode procurar tratamentos através da Homeopatia e da Medicina Chinesa (Acupuntura e Fitoterapia Chinesa), além da busca e início imediato de Psicoterapia. Obrigado, Léo

  5. DEBORA COSTA :
    Dr Léo eu gostaria de saber se a ansiedade tem cura, pois eu ja fiz alguns exames de sangue eletrocardiograma e meus exame não deram nada a não ser o trigliceres alto.
    mas eu sinto uma especie de tontura as vezes ,mas estar que me deixa aguniada como se fosse adormecer a perna ou o barço,começo suar frio ,algumas vezes durante o dia minhas noite as vezes consigo dormir logo as vezes durmoe acordo com sensaçoes como se fosse desmaiar.me tipo um refriamento perto do pescoço eu fico pensando que vou morrer ,são sensaçoes horriveis ,eu sei que tenho que fazer alguma coisa fui no medico e ele disse que era crise de panico outro falou que era ansiedade eu não quero tomar remedio porque tenho medo de ficar dependente ou dopada por medicação pois eu tenho quatro filhos a Bia de 8 anos ,joão de 5 anos gilia de 2 anos e pietra de 8 meses.
    eu não posso tomar um remedio para dormir e so acordar no outro dia ou então ficar meia lesada pois tenho que cuidar das crianças .mas tambem não consigo viver com esses mal estar quero me sentir como uma pessoa normal são raros os dias que passo o dia bem ate porque so mee sinto melhor na companhia de outras pessoas ou guando estou com meu marido .guando estou so com as crianças fico achando que posso passar mal e sinto medo.preciso da sua ajuda dr e sera que isso é mesmo ansiedade ou pode ser alguma outra coisa ?

  6. estou com início de depressao,percebi isso ao sentir um aperto perto do pescoço como se eu nao podece respirar…fiquei preucupada e com medo,procurei um médico ele me receitou sertralina.ainda nao fez efeito to tomando por 4 dias,estou com muito medo de engordar ou de tirar o efeito do anticoncepcional.to muito triste com isso ta aconteçendo comigo,pois tenho apenas dezenove anos tenho medo de sentir isso pro resto da vida,isso é horrível.

  7. dr léo eu gostaria de saber se esse aperto próximo do pescoço é mesmo uma depressao ou só mesmo nervozismo.pois nao tenho vontede de chorar e nem desanimo só mesmo essa agonia próximo ao pescoço.

    1. Jaqueline, bom dia
      Sim, os sintomas são decorrentes de depressão e ansiedade e a medicação é adequada para o que sente.
      Recomendo que você não limite seu tratamento à medicação. Procure e desenvolva um processo psicoterapêutico.
      É importante a busca e identificação dos motivos que geram a depressão e as ansiedade, para que possa resolvê-los a contento.
      Caso necessite conversar com mais profundidade, marque uma consulta sem compromissos. (11) 3459-8322.
      Obrigado, Léo

  8. Dr Leo, boa noite!
    Fui diagnosticada com depressão ansiosa, por conta de uma perda de uma amiga que gostava muito, pra mim ela foi fundamental pra crescer profissionalmente e pessoalmente, me ajudava em tudo, fazia o papel de irmã, mãe, fazia de tudo para sempre estar por perto, porém um dia ela deixou de falar comigo por conta de depender muito dela para tudo e eu estou me sentindo a pior pessoa do mundo, desde então só quero dormir, não tenho prazer em nada do que faço, ela até chegou a me julgar, e isso também me deixou muito chateada por não ser o que ela chegou a pensar que fosse, ando com dois celulares, um da minha vida e outro só para ela, não aceito que ela me despreze, me ignore, uma hora ela fala que vai voltar a falar comigo quando fizer o que ela quer, outra ela fala que nunca vai falar comigo, e eu as tenho que uma irmã e não quero perdê-la por nada nesse mundo, mas ela só me despreza, lê minhas msgs de desculpas até pelo que não fiz, choro o tempo inteiro ao acordar e deitar.
    Fui ao psiquiatra ele me diagnosticou com depressão ansiosa, receitou um remédio que me deu náuseas e vômitos com sangue, e muito sono.(Reconter)
    No trabalho tudo muito difícil, não gosto do que faço e a coordenadora me suga o dia inteiro ficando até tarde trabalhando.
    Não tenho vontade de fazer nada, não confio em ninguém. Estou com terapeuta, mas não quero perder a minha amiga e ela só fala para esquecê-la.
    Gostaria de um auxílio para tomar medicamento menos agressivo.

    1. Amanda, seria importante voltar ao psiquiatra e conversarem sobre os sintomas adveros que vem passando, para que ele adeque a dosagem do medicamento ou trocá-lo por outro que você responderá melhor. Caso necessite conversar mais, marque um horário, sem compromissos, em um dos meus consultórios: (11) 3459-8322.

  9. olá Dr.Léo! Boa Tarde. tenho 36 e sofro de depressão há 10 anos! no momento estou sem nenhum acompanhamento médico,pois estou aguardando uma vaga com um especialista e infelizmente durante esse tempo venho sofrendo recaídas o que se torna tudo mais difícil! tem horas em que entro em desespero e sinto que vou ter um colapso! a minha vaga está prevista para daqui 2 meses…não vejo a hora de me consultar,só que estou sofrendo muito não vou aguentar esperar até lá. faço uso de medicações fortíssimas e já está por meses com a mesma dosagem! mas sinto que isso já não esta ajudando mais,sinto que não está surtindo mais aquele efeito esperado parece não ter mais efeito.fui ao pronto socorro a médica psiquiatra não mudou muita coisa no entanto não tive melhora alguma. oque faço? volto ao pronto socorro novamente? tudo está aterrorizador): já faz uma semana que compareci ao pronto socorro e junto com os outros medicamentos não tive sucesso nenhum! obg. Abraço!

  10. Bom dia….42 anos….2º casamento perdido, perdi minha família, de novo….2 filhos…sinto muita falta deles…só vejo aos sábados….não consigo aceitar ela ter outra pessoa…está me matando aos poucos….parece que tudo na vida dela é felicidade…a pessoa é mais nova, pegou tudo pronto…casa que ficou pra ela, caro que ficou pra ela, meus filhos, ……choro todos os dias, já não tenho força pra levantar de manhã, parece que o mundo está ruindo a minha volta…..preciso, muito, ajuda, que faço…..

    1. Eduardo, boa noite.
      Não tenho como responder a sua pergunta sem antes de obter maiores informações a respeito. Seria necessário um diagnóstico clinico e psicológico. Me coloco à disposição para ajudá-lo. Marque uma consulta sem compromissos. (11) 3459-8322

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